Atuação fisioterapêutica no transtorno espectro autista (TEA): revisão sistemática da literatura

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O transtorno do espectro autista (TEA) é um conjunto de enfermidades do desenvolvimento neurológico de início antecipado, assinalado por implicações das habilidades sociais e de colóquio, além de condutas estereotipadas. Neste sentido, a fisioterapia concentra-se em qualquer problemática da mobilidade que ocasione alterações funcionais. Crianças com autismo em sua maioria têm atrasos motores, como: deficiências na deambulação, dificuldades na sedestação, correr e pular. O objetivo foi reunir publicações científicas na literatura sobre a atuação fisioterapêutica no tratamento de pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Designou-se como uma revisão sistemática da literatura, de caráter exploratório e método quantitativo, foram encontrados inicialmente 671 artigos, com artigos publicados nos anos de 2015 a 2020; disponíveis gratuitamente e de forma completa. Após análise, selecionaram-se 08 artigos para amostra. Os principais protocolos fisioterapêuticos foram: equitação terapêutica, utilização de terapias aquáticas com movimentos cinesioterápicos específicos, terapia com elefantes e incrementação de brincadeiras, terapia somatossensorial, exercícios com mecanoterapia (elásticos e bolas), musicoterapia. Os indivíduos obtiveram melhorias significativas em seus aspectos físicos, cognitivos e sociais. Depreendeu-se que os resultados abordados evidenciaram que a atuação fisioterápica sobre os aspectos de desempenho psicológico, motor e proprioceptivo de crianças com transtorno do espectro autista (TEA) está cientificamente comprovada com necessidade de estudos clínicos abordando novas formas de atuação fisioterapêutica em pacientes autistas, principalmente crianças e adultos.

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