Perda de um filho: conhecendo a vivência de mulheres que tiveram abortos espontâneos
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Resumo
Introdução: Aborto espontâneo é caracterizado pela perda do feto antes das 22ª semanas de gestação, com o produto da concepção pesando menos que 500 gramas. Suas causas são bastante variadas, podendo ocorrer por causas diferentes variando de mulher para mulher. Objetivo: Conhecer a vivência de mulheres que passaram por situações de abortos espontâneos. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa, para o levantamento e construção do estudo, foi utilizado a busca através de meios online nas seguintes bases de dados: LILACS (Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciência da Saúde), SCIELO (Scientific Electronic Library Online) e BDENF (Banco de Dados em Enfermagem). A busca literária se deu no período temporal de abril a maio 2020, considerando os seguintes descritores disponibilizados pelo DeCs (Descritores em Ciências da Saúde): Aborto, aborto espontâneo e gestação. Resultados: O estudo evidenciou a importância do enfermeiro no cuidado prestado a mulheres em situação de abortamento espontâneo. Onde este, deve voltar-se para a escuta ativa, diálogo, esclarecer dúvidas, trata-las com dedicação e humanização, para que dessa forma sejam amenizados quaisquer riscos de traumas psicológicos ou de ansiedade em decorrência do aborto. Conclusão: O profissional de enfermagem no processo de cuidar deve prestar uma assistência qualificada e humanizada frente ao processo de aborto espontâneo, onde se torna fundamental uma equipe multiprofissional comprometida e qualificada para que dessa forma possa amenizar quaisquer riscos, sejam de fenômeno físico ou emocional.